3
de
novembro
na tomada
Férias… hahaha. É por isso que não somos levados a sério. Nos demos o direito de sair de férias, porque não? A produção no mês de setembro foi blaster, muita correria, ai resolvemos dá uma parada, que na verdade não foi assim “r.e.s.o.l.v.i.d.a.”, ela foi acontecendo, acontecendo e nós paramos.
Um dia eu ouvi uma pessoa tentando definir o que seria uma rotina de um grupo profissional. Dizia que grupos profissionais eram aqueles os quais ensaiam o dia inteiro, no mínimo quatro vezes por semana – esses tem convênios com clínicas ortopédicas, claro – e pagam os bailarinos. Não somos esse grupo… foi daí q começou o nosso papo de retomada.
Na sexta passada nos reunimos para discutir nossos rumos. Era tanta coisa pra colocar em dia que nem deu tempo de avaliar a passagem pelo Tabuleiro da Dança. Preferimos atualizar a agenda de ensaios e compromissos – que existem, viu? – para acalmar os corações em desespero.
Iara sempre dizendo naquela ansiedade: agente precisa se encontrar! Agente precisa!;
Eu na dúvida se as pessoas ainda existiam, se não tinham recebido novos convites, porque nunca vi! De uma hora pra outra todo mundo é convidado, contratado e sempre em compromissos seríssimos, que não permitem faltas nem atrasos, e ai naquela lógica do CoMteMpu’s ser um espaço adaptável, compreensível, etc, sempre sobra pra nós.
Victor sempre de olhão ligado: iai?!
Mari viajando horrores com o Villadança, e olhando assim de escanteio: calma… agente vai conseguir encontrar um tempo.
Roger e as academias
Lucimar, aquela coisa, né? GDC, um sono…
Naty cheirando a gelol, escolhendo sempre qual o melhor sapato combina com o joelho roxo e o boné rosa.
Ai, fica fácil entender porque sempre que voltamos de um “folga” o clima de tensão toma conta: sentamos numa mesa redonda, catamos as agendas e esperamos os atrasados… o diretor tentando ser otimista, antes de ouvir as pessoas, até mesmo antes de saber se todos comparecerão a reunião já diz: êêêê! Agente existe!. Todos naquele riso amarelo e se olham se perguntam: Claro, não?… E essa tensão toma conta, até que os horários sejam definidos, a programação feita, e no fim chegamos a conclusão que nos organizamos diferente mesmo – sempre em adaptação – e é assim que a rotina tem funcionado.
Apesar da folga, as atividades estavam todas encaminhadas. O PIBIC vai entrando agora na fase de análise da obra testando a veracidade da hipótese. Enviamos o projeto de Obras para um evento, organizado pela Facom e fomos convidados, selecionados, sei lá! O evento chama-se “Retalhos de passos” e homenageia os 50anos da Escola de Dança da UFBA - 01,02 e 03 dezembro, no Teatro Gregório de Mattos, sempre as 19hs com participação de no mínimo dos trabalhos por noite. Acontece também, uma exposição historiográfica, homenageando pessoas que passaram pela escola, além de exposição de fotos dos trabalhos em cartaz. A exposição estará aberta o dia todo no foyer do teatro. Agente apresenta OBRAS DE UMA CARTA ANÔNIMA… pela última vez esse ano então>>>
DIA 02 DE DEZEMBRO AS 19H NO TEATRO GREGÓRIO DE MATTOS
ENTRADA FRANCA!!!
Decidimos também que essa é a ultima investida nesse projeto até conseguirmos um financiamento pra ele, nem que seja o mínimo-do-mínimo de produção, estilo bolsa família ou fome zero. Vamos aproveitar o “espírito de existência” pra investir num novo processo, o qual tínhamos mandado para o Rumos ItauCultural, pra também aprofundar mais nossas investigações – ah! E renovar os corações tb. As idéias ainda estão em discussão e já têm até roubado horas de ensaios de Obras – psiu, segredinho! rs.


Comentário por eia — 5 de novembro de 2006 (19:38)
sim… sei! rai ai
Comentário por Mari — 6 de novembro de 2006 (21:19)
Srginhoooo…eu sempre soube que a gente existe!Vamos lá, avante companheiro, para mais uma etapa!!!
saudadesss!!!
bjssssss